Cinema
09/01/2004, 18:30

Ancine diz que todos os setores foram ouvidos para definir cota de tela

POR REDAÇÃO

A assessoria de comunicação da Ancine, em relação à nota "Nova cota de tela não tem justificativa, diz jurista", publicada nesta quinta, 8, esclarece que os setores de distribuição e exibição também foram ouvidos pela agência, e não "apenas um pequeno grupo influente da produção", como afirma o entrevistado Marcos Bitelli. Segundo a Ancine, ao longo do segundo semestre de 2003, a agência reuniu-se com representantes dos três setores envolvidos para a apresentação de suas propostas. Nas reuniões foram apresentados à agência os anseios de cada setor que, resumidamente, podem ser definidos como a manutenção da cota de tela atual, que dá uma média de 38 dias, pelos exibidores e distribuidores, e a elevação para 91 dias defendida pelos produtores.
"A Ancine realizou então um amplo estudo técnico que rastreia toda a história da instituição de cotas de tela no mercado cinematográfico brasileiro, fornecendo as bases que serviram para a definição política do Ministério da Cultura e para a decisão, facultada ao Presidente da República, que é a de definir os valores de cotas de tela em 2004, de acordo com o decreto 4.945, publicado em 30 de Dezembro de 2003", defende a assessoria de comunicação da Ancine.

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