Produção audiovisual
01/06/2015, 20:47

Discovery terá série nacional sobre vitimas do nazismo

Na celebração dos 70 anos do final da Segunda Guerra Mundial, o Discovery Civilization apresentará uma série brasileira com sobreviventes do Holocausto que escolheram o Brasil para morar.

 

Com realização da Medialand, "Nos Campos do Holocausto" tem oito episódios e já está sendo produzida uma segunda temporada. Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor executivo da série visitou diversas vezes a Alemanha e o Leste Europeu, onde conheceu campos de concentração e guetos, para entender melhor o assunto. Foram seis anos da concepção à realização, diz.

Cada episódio traz um sobrevivente relembrando sua vida antes, durante e depois do Holocausto. "Muita gente acha que só existiram campos de concentração", explica Beto. "Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra". "Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram", conta Carla Albuquerque, diretora geral da Medialand e produtora executiva da série.

 

O programa será exibido toda quarta, às 18h, a partir de 10 de junho.

Comentários

1 Comentário

  1. Geraldo A. Lobato Franco disse:

    E porque não olhar e investigar também o lado dos perdedores (como faz o Waack em seu último livro)? Vão se surpreender com o que têm a dizer. Sabe aonde encontrar alguns deles? Em Belo Horizonte, para aonde foram nos anos 60 como funcionários da Mannesmann, por exemplo. E com certeza ainda estão lá! Quando andei em Belzonte no princípio dos anos 60, tinha gente que foi comandante de Panzer Divisionen (dos tanques) gente de tropas SS, como os Brandemburg Regiment, só pra citar uns poucos. Sabe, quem procura acha! Mas se o exemplo de vs ainda é esse gaiato aí da Globoníus, filhote do Joel Silveira, aquele que foi à Itália como jornalista da FEB, e que depois aninhou-o como aprendiz, com certeza também vai dar em nada ou melhor, cós burros n'água. Fiquem sabendo que hoje em dia a clientela de docs não é tão limitada quanto era há meros dez anos. As pessoas estão crescendo em termos de posicionamento crítico.
    PS – Quem avisa amigo é!

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