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Indefinição sobre fusão segura crescimento do DTH
sexta-feira, 01 de julho de 2005 , 19h32 | POR SAMUEL POSSEBON

O último relatório da empresa de pesquisas PTS, divulgado nesta sexta, dia 1º, referente ao primeiro trimestre do ano, traz um movimento raro, de leve queda na base de assinantes de DTH. A tecnologia perdeu 0,41% da base no período de janeiro a março. Existe uma razão para isso. A DirecTV, que não abriu os números do trimestre (os dados da PTS são, portanto, estimados), não está crescendo. Mas não é mais por uma questão de ajuste de base, corte de inadimplentes ou dificuldades econômicas. Como a aprovação da fusão no Brasil é demorada, não é prudente investir para crescer. Fontes próximas à empresa garantem que, se não fosse a demora da aprovação, a DirecTV teria condições de crescer bem mais de 10% este ano. A geração de caixa da empresa está em níveis inéditos e os índices de churn são mais baixos até do que os praticados nos EUA. A DirecTV não está impaciente com a análise dos reguladores, mas também não quer uma demora excessiva. "A operação está praticamente concluída na América Latina. Até no México ela está praticamente finalizada". Uma definição regulatória, diz a fonte, é fundamental para que se possa voltar a fazer investimentos em tecnologia (a maior parte dos decoders poderia começar a ser substituída já a partir do próximo ano, por conta da vida útil), treinamento de pessoal e infra-estrutura (o satélite poderia estar sendo substituído nos próximos três anos).
Segundo o relatório da PTS, o Brasil tinha em março 3,8 milhões de assinantes de TV, dos quais 34,4% na tecnologia de satélite, 59,5% no cabo e o restante no MMDS.

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