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Para Philips, alta definição deve ser apenas para a TV por assinatura II
quinta-feira, 02 de agosto de 2001 , 20h04 | POR REDAÇÃO

Cardoso disse que a Philips, como fabricante de aparelhos receptores, produzirá aparelhos para o mercado brasileiro qualquer que seja o padrão escolhido. Para o diretor regional da fabricante, que apóia a adoção do DVB-T no Brasil, não haverá problemas em fabricar televisores para o DVB ou o ATSC. A Philips também fabricará aparelhos caso seja escolhido o ISDB-T, mas isso exigirá investimento maior. "Os fabricantes japoneses estão na Europa e nos EUA, mas os fabricantes americanos e europeus não estão no mercado japonês. Será mais difícil conseguir o know-how. Deve elevar o custo em cerca de US$ 20 milhões, mas isso é facilmente absorvido pelo mercado", disse o executivo.

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