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Empresas querem fugir da restrição à propriedade cruzada II
terça-feira, 02 de dezembro de 1997 , 20h30 | POR REDAÇÃO

As empresas garantem que, em cidades pequenas, com menos de 300 mil habitantes, fica inviável compensar perdas técnicas (como a decorrente da restrição). Por isso montam empresas de fachada, ou empresas em que aparecem com participação inferior a 5% das ações ordinárias e até 100% das preferenciais, o que também evita a restrição à propriedade cruzada. Em ambos os casos, não há nenhuma irregularidade, dizem as empresas, e as estruturas são compatíveis com o edital. O único risco fica por conta da opinião pública.

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