Fórum Brasil de Televisão
04/06/2013, 14:33

Para Turner, relação entre programadoras e produtoras ainda precisa de ajustes

POR ANA CAROLINA BARBOSA

Em apresentação no Fórum Brasil de Televisão, evento que a Converge Comunicações promove em São Paulo nos dias 4 e 5 de junho, Fernanda Tomazoni, do departamento jurídico da Turner, explicou que mesmo com um ano da Lei do SeAc, o maior desafio para programadoras e produtoras independentes é o real entendimento da regulamentação e do que é passível de atender o sistema de cotas.

Fernanda explicou a este noticiário que para viabilizar os projetos, a programadora está tentando balancear os mecanismos de financiamento, entre recursos próprios, recursos incentivados (Artigo 39 e Fundo Setorial do Audiovisual) e branded content para atender à dinâmica da produção para a televisão e o cumprimento das exigências da lei.

"O uso de recursos públicos é complexo porque há um prazo de aprovação que a gente não tem como controlar", explica. Fernanda conta que a programadora também tem recorrido a outras estratégias para otimizar a produção de projetos, como a coprodução com outros canais e a exibição do conteúdo em mais de um canal do portfólio da programadora. Está programada para setembro a estreia de uma produção original que deve ter uma semana de diferença de um canal para outro.

Ela e Ana Claudia Paixão, editora chefe do canal Glitz, explicaram aos produtores como encaminhar projetos aos canais da Turner que precisam de conteúdo nacional: o TNT, o Space, o TBS, o Cartoon, o Glitz, o TruTV, o TCM, o ISat e o Tooncast.

Ana Claudia explicou que o TCM, cuja proposta é oferecer uma programação com filmes clássicos, é um dos maiores desafios da programadora. Para canais como TNT (filmes e séries) e TBS (comédia), a Turner quer receber projetos de série de no mínimo 13 episódios, com 22 a 30 minutos de duração.

Comentários

Nenhum comentário para esta notícia.

Deixe o seu comentário!

© 0-2017 Save Produções Editoriais. Todos os direitos reservados.
Top