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Contradições do setor de comunicação impedem mudanças na Lei do Cabo
quarta-feira, 05 de dezembro de 2001 , 22h20 | POR REDAÇÃO

O diretor da faculdade de comunicação da Universidade de Brasília e pesquisador de políticas de comunicação, Murilo Ramos, afirmou aos senadores que por melhores que sejam as intenções de quem pede a mudança da Lei do Cabo em relação ao capital estrangeiro, fica difícil aceitar soluções pontuais enquanto há uma completa confusão regulatória reinando sobre a área de comunicação. "O ambiente regulatório das comunicações brasileiras assemelha-se a uma terra de ninguém, a uma fronteira sem leis, onde o que vale é a força bruta". O pesquisador apontou alguns exemplos dessas contradições: a discussão do modelo de TV digital, a criação da Ancine, a proposta de uma Lei de Radiodifusão, a Proposta de Emenda Constitucional do capital estrangeiro em TV aberta, o Serviço de Comunicação Multimídia, entre outros temas da atualidade que estão sendo discutidos de forma isolada, sem uma preocupação conjunta.

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