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Grupo Globo precisaria de nove meses para abrir capital
quarta-feira, 09 de janeiro de 2002 , 21h05 | POR REDAÇÃO

O grupo Globo se estruturaria no prazo de uma gestação (nove meses) para abrir o capital no mercado de ações. Se houver mercado. Ou seja, se houver retomada de crescimento sem grandes perturbações políticas nacionais e internacionais. É assim que uma fonte da área financeira próxima aos negócios da família Marinho avalia a perspectiva de captar recursos a partir do momento em que for aprovada a emenda ao artigo 222 da Constituição, referente ao capital estrangeiro nas empresas brasileiras de mídia. Essa fonte não acredita que seja necessária antes a aprovação das leis complementares, em especial as que garantirão o controle nacional sobre a gestão e principalmente sobre o conteúdo das emissoras de rádio e TV, além de jornais e revistas. Argumenta que tanto a Globo quanto outros grandes grupos brasileiros de comunicação, já conhecidos da comunidade financeira internacional, poderão pulverizar seu capital na forma de ADRs nas principais bolsas mundiais. Ou seja, assim não existiria qualquer possibilidade de controle estrangeiro sobre a gestão ou o conteúdo. Essa já não seria a situação dos grupos e empresas de mídia sem possibilidades imediatas de abrir capital em bolsa e que teriam que recorrer a um sócio estratégico. Esses empresários deveriam esperar as leis complementares, já que estarão sujeitos ao controle de gestão e conteúdo por parte do sócio, na opinião da fonte ouvida.

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