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Fusão
Operadores querem garantias de acesso à programação
quarta-feira, 14 de maio de 2003 , 19h08 | POR SAMUEL POSSEBON

As primeiras movimentações de operadores de cabo sobre a possibilidade de fusão entre Hughes e News (e, portanto, DirecTV e Sky) aponta para uma estratégia diferenciada da que se viu nos EUA. Ao contrário do que aconteceu nos EUA, onde os operadores de cabo se opuseram à proposta de fusão entre DirecTV e Echostar, aqui no Brasil o pedido às autoridades deverá ser no sentido de que a operação seja aprovada com restrições. Ou seja, que Sky e DirecTV só possam se fundir se houver garantias de que a programação não será exclusiva. O temor é que a programação Globosat fique ainda mais distante desses operadores e que a programação Fox passe a ter limitações. De qualquer forma, toda essa discussão ainda deve demorar, já que o ato de concentração referente à entrada da News na Hughes foi iniciado apenas na semana passada e o processo ainda não está nem andando. As autoridades brasileiras, assim como as norte-americanas, precisarão analisar se esta operação entre News e Hughes pode ocorrer. Depois, será necessário saber se vai ocorrer uma união entre Sky e DirecTV na América Latina (incluindo Brasil), decisão esta que ainda não está tomada nem nos EUA. A expectativa é que os primeiros movimentos oficiais de aprovação ou não da operação só aconteçam no início de 2004, nos EUA.

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