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Programação
TV Rá-tim-bum interessa à Net, desde que haja espaço
quinta-feira, 14 de julho de 2005 , 19h01 | POR REDAÇÃO

A Net Brasil não fechou as portas para a compra do canal TV Rá-tim-bum, da TV Cultura. Comentando as declarações de Marcos Mendonça, presidente da Cultura, sobre a dificuldade de conseguir distribuição nas operadoras ligadas à Net Brasil, uma fonte que acompanha de perto o processo lembra que existem dificuldade ainda não equacionadas. Por exemplo, a falta de espaço no line-up das operações analógicas. "Não existe espaço, não há mais frequêncas para colocar mais um canal", diz a fonte. Outro problema é que de fato já existem muitas opções. "Sem dúvida se a Net tivesse que colocar um canal infantil hoje o da Cultura seria contemplado, mas os contratos com os demais canais estão colocados e existem cláusulas de bundling, que não são quebradas tão facilmente", explica, lembrando que muitas vezes para levar opções de canais de interesse mais geral, as operadoras são obrigadas a carregar o infantil. "A TV Cultura fez uma estimativa de mercado baseada em algumas premissas que não estão se verificando. Além da questão do espaço, a viabilização do canal com publicidade é complicada, até porque esse não é um segmento rentável".
Informalmente, a Net Brasil sente um certo desconforto por ser acusada pela Cultura de privilegiar conteúdos estrangeiros. "Isso não é verdade, lembrando sempre que o Canal Brasil, produzido pela Globosat, também não tem distribuição universal".
Mesmo com todos esses problemas, a fonte assegura: "há todo o interesse na TV Rá-tim-bum, equacionados os obstáculos atuais".

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