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Balanço
2003 foi o "melhor ano da história" da Net, diz Valim
quarta-feira, 17 de março de 2004 , 14h32 | POR REDAÇÃO

?O melhor ano de nossa história?. É assim que a Net Serviços está definindo 2003, apesar da crise econômica, do crescimento zero do País e de a própria operadora não ter apresentado um crescimento expressivo em número de assinantes (0,6%). O que a Net olha, entretanto, são os seus indicadores gerais. ?Não temos más notícias a dar?, disse Francisco Valim, ao anunciar os resultados do ano passado. Tamanho otimismo se deve ao fato de a Net ter estancado a perda de base, aumentado as vendas, diminuído o churn, se tornado operacionalmente positiva, e diminuído o prejuízo total. ?Saímos de um círculo vicioso?, disse o executivo, ressaltando que agora é possível dizer que a Net é uma empresa viável. Pela primeira vez a Net teve EBIT (receita antes de impostos) positivo, em R$ 43 milhões, o que é 143% melhor do que no ano anterior. O fluxo de caixa operacional foi positivo em R$ 208 milhões em 2003. A base de assinantes conectados chegou a 1,352 milhão de clientes, contra 1,330 milhão em 2002. As vendas líquidas subiram de 143 mil em 2002 para 195 mil em 2003 e as desconexões caíram de 248 mil em 2002 para 221 mil em 2003. O churn anualizado caiu de 20% para 14%. O Vírtua teve um resultado acentuado, especialmente devido a uma política mais agressiva de subsídio de cable modem e esforços de venda mais eficientes. As vendas líquidas saltaram de 17 mil em 2002 para 47 mil em 2003. Todos esses indicadores, segundo Francisco Valim, devem ser mantidos em 2004, ainda que a empresa prefira não fazer previsões. ?Do ponto de vista macroeconômico, estamos trabalhando com um ano igual ao ano passado, ou seja, sem crescimento do País e moeda estável?.
Os custos da Net Serviços também estão melhor equacionados. A programação (o principal deles) representa hoje 33% da receita líquida de TV paga, contra 37% em 2002. A receita bruta também subiu, de R$ 1,393 bilhão em 2002 para R$ 1,532 bilhão em 2003, com despesas caindo de R$ 972 milhões para R$ 938 milhões em 2003.

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