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Retificação
TVA não fez avaliação negativa sobre seu futuro
quinta-feira, 17 de julho de 2003 , 12h48 | POR SAMUEL POSSEBON

Sobre a notícia publicada na quarta, 16, sobre os relatórios financeiros de 2002 de TVA e TV Filme registrados na SEC norte-americana este mês, a diretoria da TVA faz algumas considerações. A primeira diz respeito a um erro da reportagem, que creditou uma afirmação extremamente negativa sobre o futuro da TVA à gerência da empresa, quando, na verdade, a afirmação é dos auditores (Deloitte Touche Tohmatsu). Trata-se da frase encontrada no relatório onde está dito: "the Company's recurring losses from operations, working capital deficiency and shareholders' deficit raise substantial doubt about its ability to continue as a going concern". Segundo a TVA, esta visão não reflete o entendimento da gerência sobre o futuro da empresa e só foi incorporada ao relatório 20-F registrado na SEC porque as normas norte-americanas exigem que as avaliações dos auditores sejam repetidas nas observações sobre os riscos inerentes ao negócio.
A TVA, involuntariamente, acaba sofrendo com o extremo rigor com que os auditores norte-americanos estão avaliando todas as companhias após o caso Enron. Vale ressaltar que o mesmo rigor é encontrado nas auditorias realizadas sobre a Globopar e sobre a ITSA (TV Filme).
Leila Loria, diretora geral da TVA, e Carlos Eduardo Malagoni, diretor financeiro, relatam que a empresa conseguiu cortar substancialmente seus custos em 2002, teve ganhos de rentabilidade mesmo com a perda de base e crise cambial e manteve suas obrigações com credores absolutamente em dia, tanto em relação aos juros quanto em relação ao principal. Este semestre, a TVA, apesar de ainda não apresentar crescimento de base, conseguiu aumento de 6% nas receitas e melhor rentabilidade.

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