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Quem participa e quem está fora do clube de compras
sexta-feira, 21 de maio de 1999 , 19h31 | POR REDAÇÃO

O grupo, que conta com a presença da TVA, TV Filme e Canbrás, surge razoavelmente forte em termos de números de assinantes. Dos novos players, estão garantidos Adelphia, Horizon, MMDSC, Ibituruna TV e Sunrise, além da Adatel (que controla a concessão de Osasco) e da Alusa (concessionária em Guarulhos). Ainda não estão oficializadas no Neo TV a Brasil Telecom, de Minas Gerais, grupo que tem outorga em Belo Horizonte, onde a Globo Cabo já opera. A TV Cidade também não está no grupo dos independentes devido a outras negociações em andamento. A Tecsat, assim como a DirecTV/Digisat, não participam por serem operadoras de DTH. Também participam da Neo TV a Image TV, a RTC, a TV Show (UIH), TV Alphaville e a ACTV. O grupo Neo TV tem um discurso muito claro: a indústria só crescerá de forma rentável se o churn (desligamento de assinantes) for controlável e a classe C ingressar no serviço. A TVA expôs pesquisas realizadas que mostram a fragilidade da forma como os assinantes de TV paga pesquisados vêem o serviço. Cerca de 41% dos pesquisados mostram-se muito instáveis, propensos a cancelar o serviço. Cerca de 51% dos assinantes pesquisados pela TVA cortariam o serviço em um momento de crise, e 48% querem um serviço mais barato. O valor mágico da TVA para um pacote barato seria R$ 30, o que despertaria, segundo as pesquisas, o interesse de 59% dos prospects. Atualmente, constatou a TVA, 76% dos entrevistados não têm dinheiro para assinar. Esses são os principais argumentos para justificar as diretrizes do grupo: renegociar programação com cláusulas de must carry menos rígidas, maior liberdade de empacotamento e menor preço para o operador.

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