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"ABTA não pode agir", diz Annenberg
quarta-feira, 22 de julho de 1998 , 23h35 | POR REDAÇÃO

Com tantas desistências, muitas localidades passarão a ser disputadas apenas por pequenos grupos locais, caso estes passem pela fase de habilitação. O movimento de desistências deixa muita gente apreensiva, sobretudo fornecedores, que temem pelos resultados da licitação e pelos riscos de ficarem dependentes de poucos compradores, o que causaria dificuldades na negociação do preço. Para Alexandre Annenberg, presidente recém-empossado da ABTA (cuja sigla agora significa Associação Brasileira de Telecomunicações por Assinatura), este movimento de desistências das empresas faz parte das estratégias individuais dos grupos, que estão se ajustando à realidade atual. A associação, portanto, não deve agir.

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