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Para operadores, o difícil é explicar brechas legais para acionistas
quinta-feira, 22 de novembro de 2001 , 19h26 | POR REDAÇÃO

José Francisco de Araújo Lima, diretor de relações institucionais da Globo e vice-presidente da ABTA, e Hermano Albuquerque, presidente da ITSA (TV Filme), manifestaram-se publicamente com a mesma posição: não adianta a Anatel apenas dizer que a TV paga não está ameaçada pelo SCM ou que não serão permitidas situações de conflito com a TV por assinatura. É preciso mudar o regulamento. "Por que é que é tão difícil para a Anatel reescrever o documento de outra forma?", perguntou o executivo da TV Filme. A Anatel respondeu que o regulamento está da forma como está (inclusive com o artigo 67, que permite pay-per-view e vídeo-on-demand pelo prestador de SCM) porque ele precisa atender a uma demanda de todas as empresas que querem competir com as incumbents (concessionárias de telefonia fixa). Tito Cerasoli admitiu que o SCM permitirá que uma videolocadora, por exemplo, distribua seu conteúdo sob demanda por uma rede de telecomunicações, desde que isso não caracterize grade de programação.

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