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Lógica dos preços dos editais
quinta-feira, 23 de outubro de 1997 , 01h00 | POR REDAÇÃO

O que faz com que a concessão em Belém, no Pará, custe R$ 11,20 por domicílio e em Niterói, no Rio de Janeiro, custe R$ 6,95 por domicílio? E por que São Gonçalo, também no Rio, com 831 mil habitantes e considerada como um dos mercados bastante atraentes, vale menos que São Luís, no Maranhão, menos populosa (773 mil habitantes) e, segundo o mercado, menos interessante? O preço mínimo da primeira cidade é R$ 1,184 milhão e o da segunda cidade é R$ 1,723 milhão. A lógica dos preços mínimos ainda é uma incógnita para o mercado. Alguns fatores tais como potencial de crescimento das cidades ou existência ou não de operações não-oficiais foram considerados nos cálculos do Minicom. Mesmo assim, a lógica permanece obscura. No Paraná há três cidades com operações sem concessão. Em Cascavel, onde o valor mínimo da outorga de cabo é de R$ 1,19 por habitante, em Ponta Grossa, onde o governo pede pelo menos R$ 1,13 pela concessão e em Cianorte, a menos populosa e a menos atraente, segundo o mercado, onde a concessão sairá por, no mínimo, R$ 1,42.

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