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Concentração
Tecsat quer competir em condições isonômicas
quarta-feira, 25 de junho de 2003 , 17h32 | POR REDAÇÃO

A Tecsat, que hoje tem uma pequena parcela do mercado de DTH, ainda não tomou nem pretende tomar parte da discussão sobre o ato de concentração em curso no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que analisa a fusão entre a News Corp (controladora da Sky) e a Hughes (controladora da DirecTV). Segundo Antônio Márcio Hisse de Castro, presidente da empresa, em entrevista à revista PAY-TV que circula em julho, a sua operadora quer apenas ter certeza de que terá condições de continuar competindo na eventualizadade de uma fusão. Por enquanto, apenas a NeoTV pediu para ser parte no processo, mas a Tecsat não faz parte da associação. Por ser parte do mercado, entretanto, é praticamente certo que a Tecsat terá que ser ouvida na operação.

Pesos e medidas

Ao ser questionado se considera mais apropriado que o Cade e as demais autoridades analisem a entrada da News na Hughes considerando o mercado de TV paga como um todo ou se deve haver distinção entre o mercado das diferentes tecnologias, Márcio Hisse de Castro preferiu não entrar em detalhes. Mas disse que até hoje, quando se fala em exclusividade de programação ou mesmo em relação ao direito ou não de fazer parte de grupos de compra de programação, o fator tecnológico faz diferença. Ou seja, a Tecsat não tem acesso a determinadas programações por utilizar a tecnologia via satélite, diz ele. Segundo o executivo, não haveria razão para agora, quando se analisa a concentração do mercado, tratar cabo, MMDS e DTH de forma única, sem considerar as especificidades de cada um.

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