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Com audiência crescente, ESPN renova cotas de patrocínio para o Super Bowl
terça-feira, 27 de janeiro de 2015 , 18h56 | POR LEANDRO SANFELICE

O Super Bowl é o principal evento esportivo dos Estados Unidos. Com mais de 115 milhões de espectadores em 2014, um anúncio de 30 segundos durante sua transmissão pode chegar a custar US$ 4 milhões. Neste ano, a decisão será disputada no University of Phoenix Stadium, em Glendale, no Arizona, no dia 1 de fevereiro, a partir das 21h.

No Brasil, o público do evento cresceu de forma significativa recentemente, assim como sua relevância para programadores e anunciantes. Segundo a ESPN, que detém os direitos exclusivos da transmissão do jogo na TV por assinatura até 2016, a audiência aumentou oito vezes nos últimos três anos, e mais que dobrou de 2013 para 2014.

De acordo com o canal, as cotas de patrocínio para o evento em 2015 já foram comercializadas, com seis das sete marcas anunciantes de 2014 renovando seus acordos. Sem revelar o valor cobrado pelos anúncios, a ESPN informa que a receita de 2015 será 25 vezes maior que em 2013. Applebee's, Conti Bier, Unilever Axe, P&G Head&Shoulders, Mitsubishi, Novartis e Diageo terão anúncios na transmissão deste ano.

Pelo sexto ano seguido, o canal contará com uma equipe cobrindo o evento ao vivo dos Estados Unidos.  Durante a semana do Super Bowl, os programas "The Book is on The Table" e "Semana NFL" serão apresentados didireto de Phoenix. No dia do jogo, a transmissão começará às 19h, duas horas antes do início da partida. “Esse tipo de transmissão, com esse grau de profundidade é importante para que o público consiga entender o esporte, que tem regras complexas. Entendendo, e mais fácil ele querer assistir e a audiência aumenta”, diz João Palomino, vice-presidente de Jornalismo e Produção do canal.

Segundo ele, a ESPN aumentou o investimento na divulgação do Super Bowl nas últimas edições. Até 2011, o evento apresentava números menos expressivos, ficando de fora até mesmo da lista dos 15 mais assistidos do canal. A campanha de marketing desenvolvida pela agência África para esse ano, por exemplo, contou com anúncios em mobiliário urbano, mídia digital out of home, TV paga, jornal, plataformas móveis e redes sociais.

O canal também promoveu um concurso nas redes sociais, oferecendo passagens e ingressos para a partida. Quase 6 mil imagens foram enviadas por usuários durante a campanha, e a hashtag criada pelo canal durante a transmissão das finais da conferência, disputadas no dia 18 de janeiro, ficou em primeiro lugar nos trending topics globais do Twitter.“Tentamos usar todos os meios para comunicar com o público, e as redes sociais desempenham papel importante nisso. É também um bom termômetro para avaliar a receptividade do público”, explica Palomino.

O objetivo, diz, é repetir o resultado de 2014. “Se conseguirmos repetir os bons números do ano passado, já será uma grande conquista. Neste ano tivemos algumas oscilações na audiência, com alguns jogos sendo definidos muito rapidamente, mas ela vem se consolidando conforme nos aproximamos da final”.

Cinema

Reeditando parceria de 2014 com a Cinelive, o canal transmitirá a final do Super Bowl em 50 salas de cinema de 20 cidades brasileiras. A transmissão contará com locução exclusiva para o cinema, que será feita pelo narrador Rômulo Mendonça e pelo comentarista Paulo Mancha. 

As cidades que estão no circuito de exibição são: Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte, Campo Grande, João Pessoa, Recife, Curitiba, Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Nova Friburgo, Três Rios, Volta Redonda, Porto Alegre, Florianópolis, Brusque, São Paulo, Bauru, Ribeirão Preto, Santos e Sorocaba.

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