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Telefônica diz que terá funcionalidades de DVR na rede
segunda-feira, 27 de março de 2006 , 16h24 | POR REDAÇÃO

Durante o debate ?Programação: A alma do Negócio?, no Seminário IPTV ? As Novas Oportunidades na Distribuição de Conteúdo -, que acontece nestas segunda e terça-feira em São Paulo, Márcio Fabbris, da Telefônica, voltou a afirmar que o grupo não pretende atuar na produção de conteúdo. Disse também que faz parte da estratégia da empresa tornar a oferta de conteúdo atrativa para o cliente e também tentar crescer para a classe C ? embora ele lembre que nessa classe a própria penetração da banda larga é incipiente, dada a barreira da baixa participação de PCs.
Ele afirma que as fontes para a oferta de vídeo por tecnologia IP serão basicamente as mesmas da TV por assinatura. Para o serviço de video-on-demand, Fabbris enumera como provedores tanto os tradicionais estúdios de Hollywood quanto os produtores locais, que devem crescer em importância. Ele acredita que, no curto prazo, a diferenciação entre as ofertas não se dará pela programação: ?O que vai diferenciar (a TV por IP da atual TV paga) será a qualidade do serviço e o seu valor adicionado?. Ele diz que a Telefonica pode desenvolver seu próprio sistema de personalização de programação, mas sem a necessidade de um DVR (digital video recorder) ou mesmo de um set-top box mais caro. As funcionalidades ficariam no headend.
?Na Espanha?, diz Fabbris, ?o VOD é um forte ingrediente na competição?. Para ele, a vantagem é que todo o processo para a oferta do VOD poderá ser feito na própria rede.
Sobre o canal de broadband do grupo Telefônica, o TV Terra, Fabbris afirmou que não se trata de uma tentativa de se fazer um canal próprio de televisão, mas que é uma TV apenas para o meio Internet. Isso, mesmo com o acervo de vídeos na TV Terra, a disponibilidade de conteúdos de terceiros em pay-per-view (atualmente são vendidos documentários da Discovery), os eventos (futebol europeu, a Copa da Fifa), além da infra-estrutura de recepção por satélite.

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