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Barreto fala sobre agência do cinema e audiovisual VI
terça-feira, 28 de agosto de 2001 , 22h13 | POR REDAÇÃO

"Nós não estamos eliminando nenhuma possibilidade de continuar a produzir com os europeus e norte-americanos produtos com conteúdo brasileiro. As empresas norte-americanas estão diversificando a sua produção, como é o caso da Columbia, que está criando uma indústria no Brasil. Essas empresas têm uma plataforma de distribuição mundial e precisam de produtos diversificados. Não é xenofobia, porque sabemos que o cinema é uma atividade globalizada, antes da palavra globalização existir. Não queremos transformar o Brasil numa ilha cinematográfica, de forma alguma. Não há nenhum interesse em fechar o País para a produção de estrangeiros aqui". Com essa longa declaração, Luiz Carlos Barreto expressa a sua posição em relação ao conteúdo estrangeiro.

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