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30/06/2003, 21:18

TVAs querem transmitir em 60% do tempo de forma aberta

POR REDAÇÃO

A Associação Brasileria de TVs em UHF (ABTU), que representa os outorgados do Serviço Especial de TV por Assinatura (TVAs), entregou nesta segunda, 30, ao Conselho de Comunicação Social (CCS) sua proposta para resolver a situação das empresas detentoras desta tecnologia.
Trata-se de um serviço existente desde a década de 80 e que não encontra viabilidade econômica. Hoje, o serviço de TVA, oferecido em um único canal de UHF (6 MHz) pode transmitir em carater aberto 25% de sua programação. O restante da transmissão precisa ser codificada. A ABTU pede que o governo regulamente definitivamente o serviço, ampliando para 60% o tempo que as outorgadas podem transmitir de forma aberta. Pedem também a liberação de mais potência para as transmissões.
O assunto é relevante porque entre os concessionários do serviço de TVA estão empresas que detêm outorgas em grandes capitais e, entre elas, estão grandes grupos de mídia, como Abril, Globo e RBS. As TVAs são consideradas, segundo especialistas, uma importante alternativa para a formação de redes de TV, sobretudo em cidades como Rio, São Paulo e Belo Horizonte. As primeiras outorgas começam a vencer no segundo semestre e o tema já está sendo acompanhado de perto Ministério das Comunicações e Anatel.

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