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UHF entra na contagem?
quarta-feira, 30 de julho de 1997 , 23h55 | POR REDAÇÃO

Não está claro se as licenças para operação de TV por assinatura em UHF devem ou não ser consideradas na hora de levantar quantas são as operação existentes em cada cidade. São Paulo, por exemplo, tem uma série de canais UHF especiais distribuídos, dos quais apenas os dois da TVA estão em operação. Somados às três concessões de TV a cabo e à licença da TVA para MMDS, já estão completas as seis operações de TV por assinatura para a cidade. Acontece que essa lógica pode ir contra a idéia do Minicom de promover concorrência nos mercados, já que um canal de UHF tem a mesma capacidade de uma canal de MMDS, enquanto uma operação de MMDS tem, no mínimo, 15 canais. Por outro lado, o Minicom levará em consideração as licenças de TV por assinatura em UHF na hora de descontar pontos pela propriedade cruzada de outros serviços de telecomunicações, como indicam as minutas de editais, tanto de cabo quanto de MMDS. Ou seja, fica complicado não considerar os serviços já existentes e ao mesmo tempo considerá-los na hora de restringir a propriedade cruzada.

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