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Texto final da MP do audiovisual mantém polêmicas V
quinta-feira, 30 de agosto de 2001 , 22h46 | POR REDAÇÃO

As cotas de tela, que previam que os radiodifusores teriam que exibir um filme nacional por semana, não existem mais na última versão da MP. Elas serão negociadas com as entidades representativas dos setores posteriormente. O mesmo vale para os canais pagos. Mas as operadoras de TV paga (ou "serviços de comunicação de massa por assinatura", como prefere denominar a MP) terão, ainda, que destinar um canal a programadores que queiram veicular obra cinematográfica nacional. O MMDS está excluído.

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