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Operador diz que não haverá desaceleração no crescimento dos novos players
segunda-feira, 01 de fevereiro de 2010 , 13h58 | POR ANDRÉ MERMELSTEIN

Um operador com grande experiência no mercado refutou a tese apresentada neste noticiário de que os novos operadores de DTH estariam chegando a um ponto de inflexão em seu rápido crescimento. A fonte pondera que o setor está mais maduro e melhor equipado com processos e sistemas se comparado com o "boom" de 2002, quando este tipo de previsão faria mais sentido.
"Naquele momento", diz, "o indicador-objetivo era quantidade de vendas. Hoje são o ganho líquido mensal na base assinantes e a ARPU (receita média por usuário), medidas estas que avaliam todo o desempenho operacional, além é claro do EBITDA".
Diferenças
Algumas diferenças apontadas entre as práticas de alguns anos atrás e as atuais justificam a posição do operador. Segundo ele, hoje só são remuneradas as vendas com recebimento do primeiro mês de pagamento por parte do cliente (ou seja, evita-se a comissão por uma venda que não reverte em assinatura real). Também é feita análise de crédito do cliente e não é permitido mais de um CPF sem consulta ao back-office.
Outra medida, que segundo o operador ajuda a reduzir o churn (desligamento) é o corte de sinal "disciplinado", com aviso na tela, dentro dos limites contratuais. Também é realizado o controle de churn por agente de venda e de instalação, premiando e penalizando o agente por este indicador.
O operador cita ainda o maior controle de qualidade, com bônus por cumprimento de agendas de instalação e assistência técnica, e a disciplina na quantidade de pontos extras por cliente.

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