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LG pretende vender 15% mais celulares em 2010
terça-feira, 02 de março de 2010 , 19h56 | POR DANIEL MACHADO

Apesar de não anunciar a quantidade de celulares vendidos em 2009, a LG anunciou nesta terça-feira, 2, que em 2010 pretende vender 15% mais aparelhos em relação a 2009, repetindo assim o crescimento registrado no ano passado. Sem citar o percentual, a fabricante garante que ocupa o segundo lugar no ranking nacional de participação de mercado, atrás da Nokia, o que é ratificado pelo levantamento feito pelo Gartner. A Samsung, por sua vez, reclama a mesma posição.
Globalmente, a LG está em terceiro lugar, com 10% de market-share. Para continuar entre os líderes e alcançar suas metas, a área de mobile communications da companhia asiática está trazendo para o país uma série de novidades para o mercado, desde aparelhos com interatividade com TV digital e câmera com detector de faces, estabilizador de imagens e sensor de movimento a celulares-relógio, colocados no pulso. Segundo o diretor comercial de celulares da LG, Marcus Daniel de Souza Machado, o segmento de smartphones será a principal prioridade da área de celulares neste ano. "Esse é o segmento que mais cresce na área de telefonia e na LG não será diferente", diz.
De acordo com o executivo, ao contrário de alguns concorrentes, que apostam em uma única plataforma operacional de banda larga móvel, a LG seguirá lançando handsets com o Android e com o Windows Mobile Phone. "Hoje, em nosso portfólio, temos dois aparelhos com Android e três com o Windows", diz. "Até o final do ano serão mais dez celulares lançados com os sistemas do Google e da Microsoft, com quem temos excelentes parcerias", acrescenta.
Crescimento
Apesar da crise financeira global, a LG Electronics faturou R$ 5 bilhões no País em 2009 e para este ano projeta uma receita de R$ 6 bilhões, ou seja, 20% maior. O crescimento será impulsionado pelas áreas de celulares, informática e de TV, cuja venda deve crescer 10% somente no primeiro semestre com o advento da Copa do Mundo. A companhia também informou que investiu R$ 3 bilhões em tecnologia e não revelou qual a expectativa para este ano, apenas que deve ser um aporte ligeiramente maior.

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