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Para Siemens, só flexibilização pode recuperar crescimento na telefonia móvel
quinta-feira, 02 de maio de 2002 , 22h33 | POR REDAÇÃO

O consultor geral de tecnologia e estratégia da Siemens, Mário Baumgarten, falando em nome da empresa que representa, criticou as regras atuais da Anatel para o setor de telefonia móvel e disse que este mercado só voltará a crescer com mudanças no modelo adotado pela agência. Segundo ele, a Anatel precisa criar um novo cenário de investimento, que permita que os serviços móveis possam aumentar a penetração agora junto a faixas mais baixas de consumo, a partir da classe C. "O custo do espectro é exagerado, apesar de sua grande disponibilidade. Na Finlândia, por exemplo, as licenças são concedidas de graça, mediante compromissos de atendimento e qualidade", diz ele referindo-se aos preços propostos para as licenças das bandas D e E, que acabaram sobrando por falta de interessados. Outra crítica refere-se à implantação da escolha do operador de longa distância pelos usuários das operadoras de SMP, que cria a obrigatoriedade de agregar vários backbones, de diferentes competidoras fixas e móveis, entre as redes móveis de cada uma das áreas de numeração, com custos desnecessários. Baumgarten, que também representa o UMTS Fórum no Brasil, esteve presente a uma apresentação do 3G Americas (organização representante de operadoras das tecnologias TDMA, GSM, GPRS e EDGE para evolução do serviço de telefonia móvel para a terceira geração – 3G) a analistas e imprensa em São Paulo, nesta quinta-feira, 2.

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