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Longa distância
Telefônica lança o Super 15
sexta-feira, 02 de agosto de 2002 , 15h42 | POR REDAÇÃO

Após uma batalha judicial com a Embratel, a Telefônica conseguiu derrubar as duas liminares que amarravam sua entrada no mercado de longa distância nacional (LDN) e parte agora para uma campanha de divulgação do código 15. Com um orçamento de R$ 10 milhões até o fim do ano, a operadora dá vida a um super-herói, o Super 15, para marcar o início da expansão geográfica e do leque de serviços oferecidos. A campanha publicitária de apresentação do Super 15 teve início com teaser veiculado nos telejornais da manhã desta sexta, 2. À noite acontece a exibição do primeiro de uma série de seis filmes publicitários do super-herói em ação, mostrando as vantagens de se ter uma só operadora para soluções de telecomunicações. A verba publicitária destina-se a filmes para TV e cinema, outdoors, spots de rádio e anúncios em jornais e revistas. Por enquanto, os serviços de longa distância da Telefônica estão restritos a chamadas originadas em sua área inicial de concessão, a Região III do PGO (Estado de São Paulo), com 12,5 milhões de clientes. Mas o vice-presidente de longa distância da operadora, Bento Loro, acredita que até o final de 2002 a tele começará a oferecer o serviço também para as chamadas originadas nas demais regiões do PGO.

Estabilidade judicial

O presidente do Grupo Telefônica no Brasil, Fernando Xavier, afirmou acreditar que há poucas chances de que a Embratel consiga reverter as decisões judiciais favoráveis à tele local, já que para isso a carrier teria de derrubar os dois pontos de apoio que sustentam o serviço: a decisão favorável à autorização e a favorável ao aditamento do contrato de concessão. Foi com base nesta ?estabilidade? que a Telefônica tirou da gaveta a campanha de lançamento do Super15, pronta desde abril deste ano. De acordo com Xavier, o departamento jurídico da Telefônica espera a definição dos processos em andamento enquanto analisa os argumentos jurídicos cabíveis para entrar com pedido de indenização contra a Embratel pelo tempo em que ficou impedida de prestar LDN. A estimativa da Telefônica é de um prejuízo diário de R$ 2 milhões neste período.

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