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Brasil Telecom Celular consegue autorização experimental
segunda-feira, 03 de novembro de 2003 , 12h20 | POR REDAÇÃO

A Brasil Telecom conseguiu na sexta, 31, a autorização para que sua subsidiária, a Brasil Telecom Celular S.A. opere, em caráter experimental, as radiofreqüências na banda E associadas à licença de SMP. O Ato 40.165/2003 outorga à empresa uma autorização de Serviço Limitado para Fins Científicos ou Experimentais, pelo prazo de seis meses renováveis por igual período, para as cidades de Goiânia, Cuiabá, Campo Grande e Curitiba. Este noticiário teve acesso a parte do material de divulgação que está sendo enviado aos funcionários da empresa. A BrT está oferecendo a funcionários e familiares ou amigos dos funcionários a possibilidade de participar do programa de lançamento. A oferta inclui já a oportunidade de contratação com desconto em folha de pagamento e é válida apenas para colaboradores da empresa e seus indicados residentes nas capitais dos estados em que a tele opera. A cobrança pelo serviço começa ao final de dezembro. No material de divulgação enviado aos funcionários, o produto está sendo chamado de Nosso Celular, e os funcionários podem aderir ao plano a partir desta segunda, dia 3.

Estratégia

A Brasil Telecom está tocando o projeto de lançamento de sua rede móvel normalmente. A única restrição, conforme informações de fornecedores e fontes próximas, tem sido em relação ao tamanho da rede, ainda tímido para evitar prejuízos, mas já não tão pequeno como se imaginava. Funcionários estão sendo contratados para tocar a operação móvel.
A vida da Brasil Telecom, entretanto, não será fácil. A Telecom Italia não quer, de maneira alguma, que a tele comece a prestar serviços móveis em caráter comercial, pois isso inviabiliza a volta do grupo italiano ao controle da BrT, o que pode, pelo acordo firmado entre as duas empresas, acontecer a partir de janeiro de 2004 ou quando a Brasil Telecom conseguir a certificação de antecipação de metas.
A BrT, entretanto, depende do sinal verde da Anatel para iniciar comercialmente a operação. A autorização experimental concedida tem como princípio básico o caráter não-comercial.

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