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Carriers podem priorizar apenas mercado corporativo, diz Purificación
segunda-feira, 08 de abril de 2002 , 20h49 | POR REDAÇÃO

Se a Anatel não intervier com a abertura da longa distância para as operadoras locais, as empresas hoje voltadas exclusivamente à longa distância deixarão de investir no mercado residencial para concentrar esforços exclusivamente no mercado corporativo, diz a vice-presidente de assuntos externos da Embratel. O temor baseia-se na tendência de que as incumbents locais pratiquem preços agressivos na longa distância, impossíveis de serem acompanhados pelas carriers atuais, graças à diferenciação de custos de interconexão em suas redes. Estas empresas só não abandonarão o mercado de massa porque suas licenças as obrigam a continuar neste negócio. Por outro lado, poderão não fazer mais campanhas direcionadas ao usuário doméstico, conclui Purificación Carpinteyro. Uma forma de evitar que isto ocorra é a adoção de regras como as usadas no SMP, pelas quais as tarifas de interconexão das incumbents locais não poderiam superar as receitas recebidas pelos seus serviços.

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