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Amazônia Celular prioriza clientes de maior valor
terça-feira, 08 de novembro de 2005 , 19h18 | POR REDAÇÃO

A Amazônia Celular manteve orientação de uma gerencia racional, equilibrando crescimento e rentabilidade no terceiro trimestre deste ano. De acordo com o diretor financeiro da Amazônia e Telemig Celular, Ricardo Perpétuo, o que a operadora tem feito é focar nos clientes de maior valor, como usuários corporativos e de alto consumo. ?Não desistimos de crescer, mas vamos crescer sem destruir valor?, diz.
E embora a Amazônia tenha apresentado uma redução de 3% na sua base, encerrando setembro com 1,207 milhão de clientes, o churn anualizado do pós-pago caiu de 37,6% no segundo trimestre para 25,2% neste terceiro trimestre. ?E perder clientes pós-pagos não necessariamente significa perda de valor porque há pós-pago de menor uso. Prova disso é que mesmo competindo com três operadoras em uma região com um dos piores PIB per capita estamos conseguindo manter o Arpu do pós-pago?, explica Perpétuo. A receita média por usuário da Amazônia Celular do segmento pós-pago foi de R$ 67,3, R$ 73,1 e R$ 72,9 no primeiro, segundo e terceiro trimestres de 2005.

Subsídios

Para o diretor financeiro, a política de subsídios da indústria celular é que tem feito com que o mercado de telefonia móvel no País cresça em números expressivos. ?Não estou convencido de que o mercado brasileiro cresça por sua própria vontade 30% ao ano e pagamos um preço por essa festa?. Para ele, a política de subsídios faz feliz fabricantes, Anatel (com a arrecadação de Fust, Funttel e Fistel) e o público; mas não faz com que as operadoras tenham um comportamento rentável. ?Não temos um grupo internacional para fazer aportes de capital e nossa gestão tem que ser de eficiência e resultado?, ressalta.

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