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Outro ex-sócio da Barramar contesta venda da empresa na Justiça
quinta-feira, 09 de agosto de 2001 , 22h06 | POR REDAÇÃO

A Telefônica, Alcatel e Pegasus foram impedidas mais uma vez de formalizar o consórcio para controle da rede de fibras ópticas da Barramar como pretendiam fazer esta semana. A Justiça de São Paulo concedeu liminar à Trafegar Engenharia, que proíbe as empresas de assinarem o contrato sem a anuência da reclamante, sob pena de multa de R$ 100 mil por mês. Segundo fonte bem situada, a Trafegar teria direito a uma participação de 10% sobre o montante da venda da empresa. A empresa nega-se, por enquanto, a fornecer maiores detalhes sobre o assunto, limitando-se a informar que mantinha apenas contrato de prestação de serviço com a Barramar e que era uma de suas credoras. A oficialização do consórcio já tinha sido impedida antes por ação semelhante movida pelo ex-sócio da Barramar, Paulo Borges. O consórcio obteve uma revogação parcial da ação, sob a determinação de que qualquer valor pago deveria ser pago sub judice, até a conclusão do processo.

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