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Telefonia móvel
Américas terão 817 milhões de assinantes em 2012
terça-feira, 09 de outubro de 2007 , 17h49 | POR FERNANDO PAIVA

De 2007 a 2012, o total de assinantes de telefonia celular na América do Norte, na América do Sul e no Caribe deve subir 27%, passando de 642 milhões para 817 milhões. Esse número representará 18% da base mundial em 2012, que será de 4,5 bilhões de assinantes. As previsões são da Informa Telecoms and Media e foram apresentadas pelo analista sênior Ezequiel Dominguez nesta terça-feira, 9, durante o evento ?MDM Américas?, no Rio de Janeiro.
A venda de telefones móveis, por sua vez, deve subir de 1,1 bilhão no mundo em 2007, para 1,45 bilhão em 2012, estima o analista. Dentro de cinco anos, os smartphones, junto com os telefones dos segmentos ?mid? e ?high end?, passarão a representar a maior parte das vendas de handsets no mundo. Hoje, esses segmentos respondem por 36% das vendas. Em 2012, responderão por 68%. Atualmente, o segmento campeão de vendas continua sendo o chamado ?low end?, representando quase metade dos celulares comercializados.
Dominguez também apresentou números sobre a receita de dados. A Informa calcula que, de 2007 a 2012, a receita de dados das operadoras celulares na América Latina subirá de US$ 5 bilhões para US$ 10 bilhões ao ano. Hoje em dia, o SMS ainda responde pela maior parte da receita de dados na América Latina, mas ele deve ser superado pela soma dos demais serviços de dados em 2010.

MDM

O crescimento mundial na venda de aparelhos desbloqueados inteiro tem levado as operadoras a investirem em plataformas de ?mobile device management? (MDM). São sistemas capazes de identificar o aparelho usado pelo cliente e configurá-lo à distância. O diretor de marketing da SmartTrust, Robert Waaler, divide a evolução do MDM em três fases: na primeira, a configuração é feita manualmente pelo usuário, com ajuda de alguma webpage ou do callcenter; na segunda, a identificação e a configuração são feitas automaticamente por sistemas de MDM instalados nas operadoras; na terceira e mais recente fase, o sistema deixa de ser centrado na rede da operadora e passa a ser centrado no usuário, permitindo configurações diferentes, de acordo com o perfil de cada assinante. A maioria das operadoras brasileiras encontra-se hoje na segunda fase de MDM.

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