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Financiamento
Bank Boston questiona operação entre TCO e Splice
quarta-feira, 10 de julho de 2002 , 15h38 | POR REDAÇÃO

A Tele Centro Oeste Celular (TCO) teve seu valor reduzido, do ponto de vista do acionista, devido à aquisição de R$ 470 milhões de debêntures privadas, não conversíveis em ações, compradas do seu grupo controlador, Splice (através da Fixcel). A opinião é do diretor do Bank Boston, Julio Ziegelmann, para quem a operação é muito ruim. O executivo acredita que a TCO é uma das empresas celulares mais baratas na bolsa de valores, e a dúvida do mercado é se o controlador continuará usando o dinheiro da operadora, e se depois conseguirá pagar. Ziegelmann questiona, ainda, se a Splice pagará juros justos de mercado.
Apesar dessa operação, Ziegelmann diz que a TCO é bem administrada por seu corpo de executivos, foi valorizada e teve boas chances de ser vendida no passado. Mas, com a crise no setor de telecomunicações, a venda agora será mais difícil e, mesmo que se realize, seu preço será depreciado devido à queda do valor da ação. Mesmo assim, as ações da operadora estavam sendo negociadas nesta quarta a R$ 3,72, com valorização de 3,33% em relação a segunda-feira, 8.

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