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Objetivo é valorizar ativos
sexta-feira, 10 de dezembro de 1999 , 18h34 | POR REDAÇÃO

Um executivo que acompanha de perto as movimentações da Embratel tenta explicar o banho-maria em que se encontra a negociação. A primeira hipótese é de que a operadora, controlada pela MCI, que não está precisando de caixa imediatamente, sinalizou um atraso para conseguir melhores condições de negociação. Outras duas hipóteses também são bastante plausíveis: 1) A Embratel espera o lançamento do Brasilsat B4, no primeiro trimestre de 2000, para depois negociar os ativos. Com isso, poderia conseguir negócios mais vantajosos, uma vez que o sócio já entrará quando o satélite estiver no céu e operando; 2) A operadora espera conseguir, antes da parceria, licenças para operar na banda Ku. Com estas licenças na manga, também melhoram as condições de barganha. Esta hipótese se enquadra na declaração da diretora de assuntos externos da Embratel, Purificación Carpinteyro, ao TELETIME News em 1º de dezembro. Segundo ela, a prioridade da Embratel agora é conseguir estas licenças para poder competir com os demais operadores estrangeiros que explorarão a banda Ku no Brasil.

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