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Política
Telefone social pode aumentar custo das empresas
terça-feira, 11 de outubro de 2005 , 16h28 | POR CARLOS EDUARDO ZANATTA

Uma preocupação de um dos participantes do grupo de trabalho que discute a proposta de telefone social junto ao Ministério das Comunicações é que a criação de mais de uma opção obrigatória, além da telefonia básica já existente, para o oferecimento de um serviço com características sociais ou populares (leia-se Aice e telefone social), venha a aumentar o custo das empresas com a segmentação (sistemas específicos para cobrança e atendimento, metas diferenciadas entre outras). Estes custos fatalmente seriam repassados aos usuários, que no final pagariam a conta de alguma forma. A fonte do grupo de trabalho acredita que o governo, como ente que define as políticas, tem todo o direito de estabelecer uma ou mais categorias de telefones para baixa renda, mas deveria preocupar-se em garantir uma opção mais vantajosa para o usuário. ?A idéia é meritória, e se acertarmos a mão, podemos viabilizar seguramente de seis a 10 milhões de telefones para quem não tem nenhuma condição de pagar?, avalia.
Segundo a fonte, o ministro acertou em cheio ao cortar na assinatura básica. ?O cliente deste telefone é o mesmo do crediário das Casas Bahia. Não lhe interessa se vai pagar muito juro (as chamadas são mais caras) mas apenas se vai ter condição de pagar a assinatura proposta (a mensalidade do crediário)?.

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