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Banda larga
Kassab diz que banda larga fixa "não será ilimitada", pelo menos por enquanto
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017 , 20h27

Em entrevista ao site Poder 360, do jornalista Fernando Rodrigues, o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Gilberto Kassab afirmou que a Anatel deve definir, no segundo semestre, a questão das franquias de banda larga. Segundo o ministro, a expectativa do governo é que "esse serviço (de banda larga fixa) seja o mais elástico possível, mas tenha um ponto de equilíbrio, porque as empresas têm os seus limites", disse, indicando que o governo não se opõe a um modelo com franquias. Kassab disse que "o governo vai estar sempre ao lado do usuário, e ficará muito claro isso", mas que é preciso haver um "ponto de equilíbrio", disse o ministro. "Não será ilimitado. Vamos ser claros. Mas você pode até construir um programa que defina quando será ilimitado", disse. "Hoje, não tem condições de você impor. Até porque, se tivesse, já teria sido imposto. É inviável. Nós estamos num país sério. Um país em que concessionárias têm seus contratos, compromissos. E a gente tem que esticar o máximo. Não vamos ficar do lado das empresas. Estamos do lado dos consumidores. Esse limite é o máximo possível", disse ele na entrevista. Ele disse esperar que, no futuro, com a evolução das tecnologias, é possível pensar em um momento em que o tráfego de dados seja ilimitado, mas isso não é possível hoje. "Um dia vai acabar (o modelo de franquias). Agora, eu falo como consumidor. A tecnologia está nos levando a tornar ilimitada. Vai chegar esse momento. Chegará o momento em que será ilimitada e com o custo adicional irrisório. Tenho certeza".

COMENTÁRIOS

9 Comentários

  1. artur mendes disse:

    Tipicas respostas de um neofito incompetente, estafeta das teles.
    Limitar por falta de infra estrutura, poe as claras a falta de familiaridade do tema.
    Kassab ta entrando no jogo das teles. Se o ministro pensasse no Brasil, ou mos usuarios, exigiria atualizacao da infra e melhor ainda se tivesse coragem de quebrar o monopolio das 4 irmas e abrisse o mercado a outros players.

  2. Francisco disse:

    Esse senhor,pelo jeito também ganhará ( se já não ganhou )uma torre de comunicações ou outros privilégios de presente das teles para o seu próprio sítio ou fazenda ( ou para os dois )situado (s)no meio do nada.
    Fruto de um trabalho árduo de ministro, representando as teles,que com más intensões e suas sucadas,vem prestando serviços péssimos e caríssimos para a população.
    Governantes desse país lindo e maravilhoso, vamos acordar e fazer um Brasil melhor para todos.

  3. Jose Alves disse:

    Até parece que o artur é entedendor de telecomunicação para falar isso… porque se fosse, jamais falaria besteira!

    Só fica o alerta, todos os paises de primeiro mundo utilizam franquia.

  4. Juliano disse:

    Engraçado como Kassab fala que é inviável um modelo ilimitado, que talvez um dia ele seja viável. Mas já estamos com um modelo ilimitado há anos. A realidade contraria o Kassab.

  5. Marcelo alves dos santos disse:

    TEM PROJETO DE LEI PARA SER VOTADO PELOS DEPUTADOS SOBRE O LIMITE DA BANDA LARGA .

  6. Marcelo alves dos santos disse:

    TEM MUITAS PESSOAS QUE TEM PLANOS DE INTERNET CARO NEM USA O LIMITE CONTRATADO ,VAI RECEBER DE VOLTA O DINHEIRO QUE PAGA ?

  7. Richard disse:

    Se beber, não seja ministro…

    Esse cidadão acabou com a cidade de São Paulo, e agora vem com uma dessa: cidadão esse que sequer sabe o que é um mouse.

  8. Vilson Vieira Junior disse:

    Não iria comentar, mas o depoimento do nosso (não meu) ministro golpista me obriga a fazê-lo. Ora… se estamos prestes a testemunhar a entrega às teles de um patrimônio imenso, que inclui redes de cabo, antenas, torres, fibras etc… denominado de bens reversíveis, porque ainda se fala em franquias de dados na banda larga fixa. As teles não terão o compromisso (que deveria ser obrigação num caso como esse!) de, em troca do presente, investir pesado em banda larga?

    O futuro das tecnologias da comunicação não obriga a limitar o acesso, mas sim a ampliar investimentos em banda larga, ampliar políticas públicas e ampliar os acessos à população. E tudo de forma ilimitada, não o contrário.

    Afinal, o que o Kassab está fazendo no MCTIC? É o preço que todos temos de pagar pelo golpe de Estado? Lamentável…

    • Vilson Vieira Junior disse:

      CORRIGINDO: Ora… se estamos prestes a testemunhar a entrega às teles de um patrimônio imenso – que inclui redes de cabo, antenas, torres, fibras etc… -, denominado de bens reversíveis, por que ainda se fala em franquias de dados na banda larga fixa?

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