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13/07/2017, 20:41

Principal encontro brasileiro de satélites acontece dias 31 de agosto e 1 de setembro

O principal encontro setorial do mercado de satélites acontece dias 31 de agosto e 1 de setembro, no Rio de Janeiro. Em sua 17a edição, o Congresso Latinoamericano de Satélites terá a presença do presidente da Anatel, Juarez Quadros, apresentando as mudanças regulatórias e as perspectivas para novas posições orbitais brasileiras.

O evento também terá presença do setor de Defesa, com apresentações do Coronel Aviador José Vagner Vital, Vice-presidente Executivo da Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE) sobre o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais para aplicações governamentais e militares; e do Coronel Aviador Marcelo Velloso Magalhães, Chefe do Centro de Operações Espaciais (COPE), que falará sobre o uso militar do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC).

O evento terá ainda forte ênfase na discussão sobre o uso da conectividade, inclusive satelital, em comunicações embarcadas e em Internet das Coisas.Participam do evento o presidente do Grupo Caoa, Mauro Correia; e André Stein, diretor de estratégia de produto e análise da indústria da Embraer. Outro tem em destaque no evento é o futuro do mercado de DTH, com presença de executivos das operadoras Sky, Claro TV e Oi TV. O evento discute ainda o mercado de banda larga via satélite com a banda Ka, que passou a ser explorada mais intensivamente no Brasil nos últimos 12 meses e que ganha relevância com o lançamento do SGDC.

Como acontece todos os anos, o evento terá ainda a presença dos principais executivos das grandes operadora de satélites, tratando dos desafios econômicos, as mudanças estratégicas e as oportunidades de negócio. O evento tem inscrições promocionais até esta sexta, dia 14. Mais informações pelo site www.satelitesbrasil.com.br

Comentários

1 Comentário

  1. Gostaria de propor a inclusão do tema "Coordenação das faixas de recepção na banda Ku utilizadas pelo DTH no Brasil". DTH utiliza antenas de pequeno porte que não conseguem discriminar satélites vizinhos a 2° de separação. Operadoras de satélite estrangeiros alocam frequências para serviços DTH no Brasil sem analisar a vulnerabilidade a possíveis interferências de satélites vizinhos no presente e no futuro.

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