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Caso expõe limites da Anatel
segunda-feira, 13 de agosto de 2001 , 21h18 | POR REDAÇÃO

O que o caso Manoel Horácio mostra é que os limites da Anatel para fiscalizar os eventuais atropelos às regras são restritos. Questionado sobre a diferença entre a data da ata analisada pela Anatel e a data da efetiva demissão de Horácio, o conselheiro Tito Cerasoli explicou que a agência é um agente administrativo e desta forma se relaciona de maneira oficial com as empresas: "A decisão sobre a demissão de Manoel Horácio era um dos pontos de pauta da reunião do dia 25, e a ata trata deste assunto. As assinaturas dos que participaram estão lá. Não há o que questionar. Esta é a decisão oficial tomada pela empresa". Segundo Cerasoli, os que assinaram a ata concordam, em tese, com a decisão (inclusive a BNDESPar, que segundo o jornal O Globo do dia 21 de julho teria ficado sabendo da demissão de Horácio pela imprensa).

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