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Venda da Embratel
Crawford, cauteloso, diz que não sabe se haverá comprador
quinta-feira, 13 de novembro de 2003 , 18h55 | POR REDAÇÃO

Dan Crawford, presidente do conselho da Embratel; Jorge Rodriguez, presidente da Embratel e; Purificación Carpinteyro, VP de marketing e assuntos locais, estiveram com o secretário de telecomunicações do Minicom, Pedro Jaime Ziller, para informar sobre a venda da Embratel pela sua controladora, a MCI. Os três executivos também estiveram na Anatel, onde conversaram sobre o mesmo assunto com diversos conselheiros da agência.
Crawford procurou ser bastante cauteloso em suas declarações, chegando a dizer que apesar de a Embratel ter sido colocada à venda, ainda não se sabe se haverá comprador. "Este processo pode ser demorado. Pode levar dois meses, pode levar seis meses, não temos idéia e nem garantias do que vai ocorrer", afirmou o executivo, que disse ainda que a empresa contratou um banco de investimentos para auxiliar no processo de venda. Dan Crawford repetiu as justificativas para a venda já divulgadas em comunicado pela MCI, de que a opção foi tomada porque concluiu-se que a venda seria do melhor interesse tanto para a MCI quanto para a Embratel. "Nunca estivemos frustrados com o desempenho da Embratel, porém a razão pela qual optamos pela sua venda é porque a MCI quer focar em seu core business e em seu crescimento e permitir que a Embratel siga seu caminho". Dan Crawford disse que irá permanecer no conselho da Embratel até que as ações da MCI sejam vendidas.
Jorge Rodríguez procurou ressaltar o momento financeiro positivo pelo qual passa a empresa, que segundo ele, apresentou resultados muito bons no terceiro trimestre. Rodriguez disse ainda que em nenhum momento a MCI atrapalhou os negócios da Embratel e afirmou que o anúncio feito pela controladora dá mais transparência ao processo.

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