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Operadoras temem abalos à saúde financeira com livre negociação da TU-M
quinta-feira, 13 de dezembro de 2001 , 19h13 | POR REDAÇÃO

A Acel propôs à Anatel que os reajustes das tarifas de uso da rede móvel (TU-M) das empresas migrantes permaneçam vinculados ao IGPD-I até 2003, com a aplicação de índices redutores de produtividade de 2%, 3% e 5% a partir de então, até 2005. A sugestão é baseada no modelo aplicado às tarifas de uso das operadoras fixas. E a manutenção do controle destas tarifas de interconexão pela Anatel, segundo as operadoras, visaria evitar a perda de uma receita de grande importância para elas, que em alguns casos chegam a 50% da receita líquida. De acordo com o Antonio Beldi, presidente do grupo Splice (controlador da TCO e NBT), são justamente estes ganhos que subsidiam a oferta do serviço pré-pago, que já representa 66% da base total de usuários dos serviços móveis no País. As tarifas cobradas pelas celulares das operadoras fixas para uso de suas redes atualmente variam de R$ 0,19 a R$ 0,29. Com a livre negociação, as fixas devem pressionar por uma redução destes valores.

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