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Infra-estrutura
ZTE aconselha migração das redes para estágio pré-IMS
sexta-feira, 14 de outubro de 2005 , 13h55 | POR FERNANDO PAIVA

Enquanto a maioria dos fabricantes de infra-estrutura de telecomunicações tenta vender soluções de IMS (IP Multimedia Subsystem), a ZTE incentiva as operadoras a darem um passo mais comedido, migrando para o que a companhia chinesa chama de terceira geração da telefonia fixa, uma espécie de ?pré-IMS?.
A solução ?Fix Line Third Generation Network? (F3G) da ZTE adianta algumas das vantagens inerentes ao IMS. ?No momento, não vale a pena migrar direto para o IMS porque isso requer a instalação de muitos componentes novos e não seria possível usar toda a capacidade dessa nova arquitetura de rede por falta de terminais inteligentes?, explicou o vice-presidente da ZTE nos EUA, Jiming Liu.
Segundo o executivo, a primeira geração em telefonia fixa seriam as redes analógicas; a segunda geração é representada pelo advento dos switches digitais; e a terceira está relacionada à chegada dos softswitches. O executivo está no Brasil apresentando a F3G para operadoras brasileiras em um road-show.
As principais características da solução F3G da ZTE são: centralização dos dados pessoais e das contas dos usuários e instalação de um sistema de gerenciamento de qualidade de serviço (QoS). ?A descentralização de informações sobre usuários nas grandes operadoras de telecomunicações dificulta o lançamento de novos serviços?, explicou o vice-presidente da ZTE nos EUA.
Dentre os serviços de valor adicionado em telefonia fixa que poderiam ser lançados com a adoção do F3G estão o número virtual (um número telefônico que pode ser acessado de qualquer ponto do planeta) e os ringback tones (músicas escolhidas pelo dono do número para as pessoas escutarem quando lhe telefonarem). Outra vantagem da nova arquitetura de rede é permitir que o usuário final gerencie via portal na Web seus serviços de valor adicionado em telefonia fixa.
A solução F3G foi recentemente adotada pela China Telecom e mais de 750 mil de seus clientes já utilizam serviços criados graças a essa migração. ?Trabalhamos para que o primeiro contrato de F3G no Brasil seja assinado ainda este ano?, disse Liu.

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