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Mercado de ações
Embratel tem pouca margem para continuar a subir
quarta-feira, 15 de outubro de 2003 , 20h34 | POR REDAÇÃO

A questão agora é saber se as ações da Embratel, com valorização de 343,4% em 12 meses (foi de R$ 2,20 para R$ 9,80 no período) já não estariam sobrevalorizadas. Analistas ouvidos por TELETIME News nesta quarta-feira, 15, acreditam que a alta não foi especulativa e que, portanto, não houve sobrevalorização.
Apenas refletiu o conjunto de boas notícias da empresa: reestruturação da dívida e redução da pressão cambial sobre esses débitos; a volta dos lucros; benefícios futuros nos custos de interconexão e nas operações locais mediante acesso às redes de outras operadoras e interesse de aquisição da parte de grandes grupos.
É preciso observar, contudo, que os resultados do terceiro trimestre, a serem divulgados no próximo dia 28, segunda-feira, não são tão bons assim. A previsão é que o fraco crescimento das operações, os investimentos e um pequeno aumento dos custos financeiros devem ter produzido um prejuízo de R$ 20 milhões a R$ 75 milhões, segundo diferentes fontes. O EBITDA, que foi de R$ 371 milhões no terceiro trimestre de 2002, pode ter caído para algo abaixo de R$ 370 milhões.
Em recente reavaliação de Embratel, a analista Jacqueline Lison, da Fator Doria Atherino, talvez a primeira a apontar o potencial de valorização da empresa, o preço-alvo é de R$10,59. Upside, portanto, de apenas 8%.

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