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Exportações
Brasil leva desvantagem ao competir com China e México
segunda-feira, 20 de março de 2006 , 19h00 | POR REDAÇÃO

A valorização do real frente ao dólar tem impactado significativamente os resultados dos fabricantes de aparelhos celulares que investem em exportação. Não bastasse isso, os brasileiros competem na América Latina também com exportadores do México e China, que têm várias facilidades em relação aos brasileiros. Na China, o câmbio artificialmente estável e o baixo custo de produção de componentes dão vantagens sobre os produtos brasileiros; e no México a posição geográfica aliada ao curto prazo em relação ao Brasil para desembaraço das mercadorias na alfândega (um dia no México versus dez dias na Zona Franca de Manaus) também tornam as mercadorias mexicanas mais atrativas em comparação com as brasileiras.
Ainda assim, os fabricantes brasileiros não desanimam e fazem planos para aumentar as exportações neste ano. É o caso da Motorola, por exemplo, que pretende aumentar em 50% o volume vendido ao mercado externo. A empresa exportou o equivalente a US$ 1 bilhão em 2005, valor similar ao da Nokia. As duas empresas foram responsáveis por aproximadamente 80% do embarque de aparelhos para outros países. Foram exportados 32,9 milhões de handsets no ano passado. O assunto é tema de capa da revista TELETIME que circula neste mês.

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