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Regulamentação
Cisco é contra tornar a banda larga um serviço público
quarta-feira, 20 de agosto de 2008 , 20h31 | POR HELTON POSSETI

A idéia de dar um caráter público à Internet, com metas de universalização, ainda é apenas uma possibilidade em debate dentro da Anatel, mas já conta com pelo menos uma manifestação pública contrária. Pedro Ripper, presidente da Cisco, afirma que "ao fazer isso em um mercado tão dinâmico e tão novo a tendência é engessar ao invés de incentivar". Isso porque, na interpretação do executivo, um serviço público exige a criação de regras rígidas. Na opinião dele, o serviço pode ser universalizado a partir de políticas públicas como foi a troca de metas dos PSTs pelo backhaul. O executivo cita a competição, a redução da carga tributária e a utilização de fundos (como o Fust) como elemento de incentivo à universalização da Internet.

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