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GMS e interoperabilidade são os próximos passos do LBS
quinta-feira, 21 de junho de 2007 , 22h48 | POR FERNANDO PAIVA

Em breve, os serviços de localização (LBS, na sigla em inglês) entrarão em uma fase 2.0. É esperada com ansiedade a popularização do Geographic Messaging Service (GMS). Trata-se de serviços de mensagens que levam em conta a localização de quem as envia ou de quem as recebe. Hoje, o GMS tem como principal obstáculo a bateria dos celulares. Os pedidos de localização consomem muita energia, o que impede o lançamento de produtos que demandem uma constante verificação da localização do usuário. Mas muitas empresas estão trabalhando para resolver esse problema. A Alcatel-Lucent, por exemplo, promete lançar em fevereiro do ano que vem uma solução de GMS que usa de maneira mais inteligente a rede, gastando menos bateria do celular. ?Queremos tornar possível um uso muito mais intenso da localização?, explica o cientista Vishy Poosala, da Alcatel-Lucent.
Resolvendo a questão da bateria, abre-se espaço para uma infinidade de serviços de comumidade ou social networking a partir da localização. Um exemplo: o usuário escreve mensagens relacionadas a determinados pontos da cidade que são enviadas para amigos selecionados somente quando eles passam pelo mesmo local. Outro exemplo: o usuário é avisado quando um amigo está próximo.

Interoperabilidade

Outro passo considerado fundamental para popularizar o LBS é a interoperabilidade. Ou seja, permitir que usuários de operadoras distintas dialoguem dentro de ambientes de serviços de localização e permitir também o roaming de serviços de localização. Isso ainda não existe, mas é uma questão de tempo.Segundo Mike McMullern, gerente de LBS da Sprint, o tema já está sendo debatido pelas operadoras norte-americanas. O executivo participou de um painel sobre LBS nesta quinta-feira, 21, durante o Brew Conference 2007, em San Diego.

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