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Sinttel atribui demissões a cancelamento de antecipação; BrT nega
terça-feira, 21 de agosto de 2001 , 21h24 | POR REDAÇÃO

De acordo com o Sinttel, o plano de demissões é imposto pela BrT, sem margem de escolha pelo funcionário e com reduções drásticas nos salários, visando terceirizar parte de sua mão de obra, como já foi feito com outras operadoras do sistema após a privatização. Mas a polêmica entre o sindicato e a operadora diz respeito à natureza dos cortes: a empresa sustenta que as demissões já estavam previstas, e que só não ocorreram ao mesmo tempo que as de outras de suas operadoras, em 1999 e 2000, porque a CRT foi incorporada mais tarde. O sindicato por sua vez alega que a BrT aproveita para embutir nesta reestruturação demissões ocasionadas pelo cancelamento de seus planos iniciais de investir nas antecipação das metas de universalização de 2002. E atribui o recuo unicamente à briga entre os sócios pelo controle da empresa.

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