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Incumbents, entrantes e celulares brigam por contratos de interconexão
quarta-feira, 23 de janeiro de 2002 , 21h24 | POR REDAÇÃO

As companhias de telecomunicações com capital aberto movimentaram quase R$ 15 bilhões com interconexão até o mês de setembro do ano passado – pagando ou recebendo pelo uso da rede de outras operadoras. As tarifas de interconexão respondem a 20% da receita líquida das teles fixas e 40% das operadoras celulares. Empresas como Embratel e Intelig brigam com as incumbents locais por tarifas menores, enquanto estas não parecem dar muita atenção às futuras concorrentes. No campo da telefonia celular, as operadoras do Serviço Móvel Celular (SMC) adiam ao máximo a migração para o Serviço Móvel Pessoal (SMP), que as obriga a adotarem um Código de Seleção da Prestadora (CSP) e conseqüentemente transferir parte da receita de interconexão para as operadoras de longa distância. O tamanho dos negócios gerados e as reivindicações dos envolvidos estão na revista TELETIME desse mês.

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