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Falta clareza para a definição do plano de negócios do GESAC
terça-feira, 23 de abril de 2002 , 20h42 | POR REDAÇÃO

Apesar de reconhecerem que o GESAC pode se tornar um bom negócio para quem se dispuser a implementá-lo, especialmente em tempos de retração no mercado de telecomunicações, diversas pessoas presentes à audiência pública pediram mais clareza no edital. "Se eu chegar na minha empresa e propuser a participação neste edital, eu sou demitido na hora", comentou, desolado, o representante de uma empresa de informática. O principal problema é que o Minicom apenas definiu critérios, deixando por conta do integrador a escolha e a negociação dos locais em que os terminais serão instalados. "É impossível fazer uma proposta conseqüente para durar três anos sem observar todos estes detalhes, que implicam aumento de custos", justificou um outro participante da audiência. Outro ponto atacado: como qualquer equipamento, mas especialmente no caso dos equipamentos de informática, a utilização intensiva exige mais atenção em manutenção. O edital do GESAC não prevê nenhuma remuneração suplementar nestes casos.

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