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Revista TELETIME
Alianças móveis agitam a Europa; no Brasil, fixas mudam o cenário
segunda-feira, 24 de novembro de 2003 , 19h31 | POR REDAÇÃO

O processo de consolidação das operações de telefonia, fixa e móvel, no Brasil e no exterior, é o destaque da revista TELETIME, edição de novembro, que circula a partir desta semana. Na matéria de capa, leia como três grandes alianças móveis entre operadoras européias realizadas no decorrer deste ano já reúnem quase 28% da base mundial de assinantes, ou mais de 330 milhões de usuários. O objetivo dessas alianças é reduzir custos operacionais, ganhar escala continental e viabilizar tarifas reduzidas para roaming e outros serviços.
No Brasil, enquanto isso, a telefonia fixa passa por uma reviravolta, com fatos recentes como a colocação à venda da Embratel pela MCI. Saiba ainda como velhas pendências regulatórias voltaram à tona, envolvendo a Telecom Italia, fundos de pensão, Opportunity e Citibank.

Privatização

Também nesta edição de TELETIME, foram ouvidos alguns dos principais dirigentes do setor e a constatação é que falar de planejamento de longo prazo, a despeito dos planos de negócios, não anima os executivos. Cinco anos e quatro meses após a privatização, os principais problemas apontados são as pendências regulatórias como unbundling, portabilidade numérica e a interconexão.
Para os executivos, os principais problemas são a falta de competição na telefonia local, a alta carga tributária e a certeza de que o número de vagas dificilmente voltará aos níveis de 1998 a 2001.

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