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STFC
Anatel homologa novas tarifas para as teles
terça-feira, 25 de junho de 2002 , 19h35 | POR REDAÇÃO

A Anatel homologou o reajuste do STFC nas modalidades local e de longa distância nacional (LDN) e internacional (LDI) referentes ao último ano, entre 22 junho de 2001 e 22 de junho de 2002. O reajuste só entra em vigor após dois dias de publicação em jornais de grande circulação nas áreas de operação, ou seja, a partir da sexta, 28. Para um IGP-DI de 9,4% no período, a Anatel concedeu aumento médio de 8,7% na cesta de tarifas. De acordo com a legislação, foram aplicados redutores a título de produtividade, de 1% no serviço local, 4% na LDN e 15% na LDI. Deste modo, o serviço local teve em média um reajuste de 8,3%, a LDN 5,2% e a LDI uma redução de 7,01%.

Assinaturas aumentam mais

O conselheiro da Anatel Luiz Tito Cerasolli lembrou que de acordo com o contrato de concessão, as empresas têm a prerrogativa de propor aumentos diferenciados em cada item da cesta, podendo atingir individualmente o percentual do IGP-DI mais 9%, desde que haja uma redução proporcional nas demais tarifas. Mais uma vez as empresas carregaram no aumento da assinatura. No caso da Telefônica, a assinatura residencial subiu 13,94%, passando de R$ 23,32 para R$ 26,57. Na Telerj, esta tarifa passou de R$ 23,32 para R$ 26,58 (aumento de 13,98%) e na Telebrasília de R$ 23,65 para R$ 26,96 (rejuste de 14%). Todos estes valores incluem impostos.
Para as assinaturas não residenciais e de tronco, a Anatel acertou com as empresas o reajuste de tal modo que os valores se tornem idênticos. Na Telefônica, houve na assinatura não residencial um reajuste de 9,97%, passando de R$ 36,41 para R$ 40,04. Na assinatura tronco, houve queda de 17,55%, de R$ 48,56 para R$ 40,04. Na Telerj, a assinatura não residencial foi reajustada em 14,95%, de R$ 36,32 para R$ 41,75. Na assinatura tronco, houve queda de 13,54% , de R$ 48,29 para R$ 41,75. Na Telebrasília, a assinatura não residencial caiu 0,73%, de R$ 37,21 para R$ 36,94, e na assinatura tronco, caiu 12,33%, de R$ 42,15 para R$ 36,94.
Para compensar os aumentos nas assinaturas, as empresas tiveram de reduzir os valores da habilitação. Tanto a Telefônica como a Telebrasília mantiveram inalterados estes valores, respectivamente, de R$ 76,62 e R$ 22,76. A Telemar reduziu em 40% o valor da habilitação, que passou de R$ 70,7 para R$ 42,04. O valor do pulso foi alterado em 11,73% na Telefônica, 9,73% na Telerj e 7,67% na Telebrasília.

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